Que és tão homem! No meio dos outros não te destacas, mas no meio das tuas carnes, és o rei.Não, não passaste por onde eu ainda passo. Não te transcendes e me possuis; eu mutilo-me porque temo o julgamento. Tu, meu herói? Muitlas porque tem de ser. E é tão pefeito.
Deixas-me entrar? Ver todos os nacos de carne que te pertencem. Apresentas-mos? Jubilas no meio deles? Porfavor!
Isto tudo porque estás num nível tão acima de tudo o que tomamos por divinal, porque te venero por tudo o que os outros temem.
Deixa-me viver um filme de terror.
Tranca-me nessa sala carnal, remexe todos os teus objectos cortantes, todas as tuas paixões e abate-me. Jura. Eu prometo que corro, grito, choro baba e ranho e, depois, caiu. Vamos? Imagina-te remexer as minhas entranhas, depois de me beijares com a lâmina mais fria que tens. Depois leva o meu, não, arrasta o meu corpo até onde desejares. É loucura. Deixa-me gelar num sítio qualquer.
Quando estiver bem dura, parte-me as pernas se precisares e viola-me. Que fantasia.
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