
Sabes como te manejo
debaixo da lua crepitante,
em cima da erva ainda húmida.
em cima da erva ainda húmida.
Sabes como saboreio a tua carne de mel
gentilmente dedilhada por anis.
Sabes como a alma me foge
para uma rua desencantada,
Onde só se passa uma vez.
Onde só se passa uma vez.
Mas ela foge-me,
engana-me,
atraiçoa-me.
Sabes como me matas
com cada amor corropio
que nos entra pela porta
como aragem descontente.
Sabes como me lembras
de mim,
num corpo de homem?