Cada vez mostramos mais, que a vida levada, cheia de putas e álcool, não era a melhor. Que a contradição do vício ainda não foi embora.
Vocês que tanto eram, tanto estavam e tão pouco esperavam. Tão perfeita família, cheia de tolerância secreta e segredos tolerantes. Como era bonito estar à volta do presépio, cheios de prendas caras e tão pouco dinheiro para gastar. Agora acabou... Não há mais prendas, não há mais carros, não há mais putas, não há mais vinho...
Mas há, meu avô, o nome de uma filha manchado num papel oficial com zeros a mais.
é a beleza da última frase, irmã rio
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