
Na penumbra da noite, junto ao rio, por onde poucos passeiam. Vivo eu, imaginando o desgosto de Camões ao ler o que escrevo! Vivo eu pairando no erro a que gosto de chamar crescer. Levo-me a mim própria primando sempre por não ter mote, por não saber para onde dirigem as palavras, o texto.
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