domingo, 28 de fevereiro de 2010

RCM

"O rio cresceu. Inundou as margens sem nunca porém, abandonar as montanhas. Foi lá baptizado, lá nasceu, ai amou. O rio cresceu e apaixonou-se. Apaixonou-se pelo mar. (...) Depois o rio, cansado de ser parte do mar, olhou para o céu. O reflexo contrário. Reencontrou o perdido, ainda que diferente continuava o mesmo."

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