Não vale a pena continuar a ler se o presente do leitor é agradável e estonteante. Como uma carta de alforria apetecivelmente grátis. Porquê chegar ao fim lacriminoso com findados tão queridos? Assim como preservar a própria vida, se torna possível não querer ver morta a personagem Majestade ou o Mendigo. Diga-se então que ao critério do deleitado, tudo acontece ou, se fecha o livro. E que razão mais filosófica existirá, senão poder guardar viva, só para nós, uma personagem já morta para o mundo? Podemos sim, parar a impressão acabada e reescrever a estória. E o que para mim é passado, para vós presente. O que para mim futuro, a eles passado. Para mim presente, a outros futuro.
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