quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O que nos resta senão as palavras? Senão o poder pegar na caneta e escrever numa base qualquer, as palavras que vierem. Ter a liberdade de escrever sobre os meus rapazes, para os meus homens, das minhas irmãs. É bom então ter como companheiro o caderno lineado, com palavras jovenis e loucuras de mulher. Um diário de bordo infindável, mais uma estória na vida planetar.
Mais livre que um louco letrado, não há.

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